
No dia 1 de Abril de 2009 realizamos uma viagem de estudo a Lisboa. Saímos da Associação pelas 6 horas da manhã e pelo caminho houve animação e, algum, sono à mistura. Fizemos uma curta paragem para o pequeno-almoço na Área de Serviço de Santarém.
Chegamos a Lisboa por volta das 10h da manhã e iniciamos a visita ao Panteão Nacional, a Igreja de Santa Engrácia. No Panteão tivemos uma visita guiada, onde nos foi explicado o motivo da construção do edifício., a sua importância e os vários ciclos históricos a ele associados.
A Igreja de Santa Engrácia foi fundada em 1568 por iniciativa da Infanta Dona Maria, filha de D. Manuel I. O edifício passou por várias fases históricas e do primitivo templo nada resta. Actualmente temos uma arquitectura em estilo Barroco, muito grandiosa.
Na entrada principal encontram-se três estátuas de Santos: Santa Engrácia, Santo Contestável e Rainha Santa Isabel.
Também o interior foi mostrado e explicado. Tem um formato em cruz grega. Na zona central existem púlpitos nos quais se encontram Santo António, São João de Brito, São Teotónio e São João de Deus. Visitámos túmulos que são cenotáfios, ou seja que não têm no seu interior os restos mortais das pessoas a quem invocam a memória. Também estivemos em salas em que existem túmulos onde se encontram os restos mortais de nomes importantes da nossa história, como por exemplo cantores, escritores e presidentes da república.
Subimos uma escadaria enorme até a um enorme terraço com uma vista lindíssima sobre o Tejo. Por último fizemos uma actividade sobre a evolução das bandeiras desde o tempo da monarquia. E com a explicação do significado da nossa bandeira actual terminamos a visita ao Panteão Nacional.
Em seguida, fizemos um pequeno percurso a pé até à Sé de Lisboa. Ficamos radiantes com a beleza do interior deste edifício. Descemos até ao campo das cebolas onde nos aguardava o autocarro e fomos até Belém. Foi nesse espaço agradável que almoçamos.
Depois do almoço, fomos visitar a Igreja do Mosteiro dos Jerónimos, onde também se encontram túmulos de figuras importantes da história, como Vasco da Gama e Luís de Camões. O estilo arquitectónico deste Mosteiro é o estilo Manuelino, que a todos nos deixou encantados e surpreendidos com a sua beleza.
Continuamos a visita de estudo indo ao Centro Cultural de Belém, onde apreciamos a Colecção Berardo. Também estivemos em frente ao Padrão dos Descobrimentos. Como já estava a ficar tarde, regressamos ao autocarro para seguir viagem. Mas, ainda tivemos tempo de fazer uma paragem no Parque das Nações para beber um café.
De regresso a casa vínhamos muito contentes com o que tínhamos visto durante a visita, mas muito cansados. Foi uma viagem muito animada!
Márcio Ferreira, Margarida Ferreira, Lurdes Santos e Vera Rodrigues
Chegamos a Lisboa por volta das 10h da manhã e iniciamos a visita ao Panteão Nacional, a Igreja de Santa Engrácia. No Panteão tivemos uma visita guiada, onde nos foi explicado o motivo da construção do edifício., a sua importância e os vários ciclos históricos a ele associados.
A Igreja de Santa Engrácia foi fundada em 1568 por iniciativa da Infanta Dona Maria, filha de D. Manuel I. O edifício passou por várias fases históricas e do primitivo templo nada resta. Actualmente temos uma arquitectura em estilo Barroco, muito grandiosa.
Na entrada principal encontram-se três estátuas de Santos: Santa Engrácia, Santo Contestável e Rainha Santa Isabel.

Também o interior foi mostrado e explicado. Tem um formato em cruz grega. Na zona central existem púlpitos nos quais se encontram Santo António, São João de Brito, São Teotónio e São João de Deus. Visitámos túmulos que são cenotáfios, ou seja que não têm no seu interior os restos mortais das pessoas a quem invocam a memória. Também estivemos em salas em que existem túmulos onde se encontram os restos mortais de nomes importantes da nossa história, como por exemplo cantores, escritores e presidentes da república.
Subimos uma escadaria enorme até a um enorme terraço com uma vista lindíssima sobre o Tejo. Por último fizemos uma actividade sobre a evolução das bandeiras desde o tempo da monarquia. E com a explicação do significado da nossa bandeira actual terminamos a visita ao Panteão Nacional.
Em seguida, fizemos um pequeno percurso a pé até à Sé de Lisboa. Ficamos radiantes com a beleza do interior deste edifício. Descemos até ao campo das cebolas onde nos aguardava o autocarro e fomos até Belém. Foi nesse espaço agradável que almoçamos.
Depois do almoço, fomos visitar a Igreja do Mosteiro dos Jerónimos, onde também se encontram túmulos de figuras importantes da história, como Vasco da Gama e Luís de Camões. O estilo arquitectónico deste Mosteiro é o estilo Manuelino, que a todos nos deixou encantados e surpreendidos com a sua beleza.
Continuamos a visita de estudo indo ao Centro Cultural de Belém, onde apreciamos a Colecção Berardo. Também estivemos em frente ao Padrão dos Descobrimentos. Como já estava a ficar tarde, regressamos ao autocarro para seguir viagem. Mas, ainda tivemos tempo de fazer uma paragem no Parque das Nações para beber um café.
De regresso a casa vínhamos muito contentes com o que tínhamos visto durante a visita, mas muito cansados. Foi uma viagem muito animada!
Márcio Ferreira, Margarida Ferreira, Lurdes Santos e Vera Rodrigues

Significados dos símbolos e cores da Bandeira Portuguesa

- As 5 quinas simbolizam os 5 reis mouros que D. Afonso Henriques venceu na batalha de Ourique;
- Os pontos dentro das quinas representam as 5 chagas de Cristo. Diz-se que na batalha de Ourique, Jesus Cristo crucificado aparece a D. Afonso Henriques, e disse: "Com este sinal, vencerás!". Contando as chagas e duplicando as chagas da quina do meio perfaz-se a soma de 30, representando os 30 dinheiros que Judas recebeu por ter traído Cristo;
- Os 7 castelos simbolizam as localidades fortificadas que D. Afonso Henriques conquistou aos Mouros;
- A esfera armilar simboliza o mundo que os navegadores portugueses descobriram nos séculos XV e XVI e os povos com quem trocaram ideias e comércio;
- O verde simboliza a esperança;
- O vermelho simboliza a coragem e o sangue dos Portugueses mortos em combate.
Autores da Bandeira Republicana: Columbano, João Chagas e Abel Botelho.
Sem comentários:
Enviar um comentário